dimanche, mai 29, 2011

"La piel que habito": Inspirações francesas de Almodóvar

Talvez a galera que acompanha este blog já tenha ouvido falar do novo filme de Pedro Almodóvar "La piel que habito", ou pelo menos já viu seu (esquisitíssimo) trailer:



Ninguém sabe muita coisa ainda sobre esse filme, já que ele não ainda estreiou no circuito mundial, mas a pré- estréia em Cannes causou furor. Muitos críticos ficaram tão ofendidos que abandonaram a sessão. Em geral esse críticos que saem da sessão durante o festival de Cannes são os (sempre puritanos) americanos, infalíveis no quesito "dar piti por besteira", mas dessa vez Almodóvas conseguiu ofender até os (as vezes demasiadamente) liberais críticos franceses.

Desde então muita gente especula o que teria de tão chocante nesse filme. As críticas do filme não estão dando detalhes, até porque ninguém que estragar a surpresa (e uma grande parte do que faz a graça do filme está na direção inesperada que o roteiro toma), mas as versões que mais circulam por aí são:


1-Antonio Banderas interpreta Robert Ledgard, um cirurgião plástico cuja mulher fica gravemente queimada num acidente de carro (algumas versões dizem que ela morre em decorrência das queimaduras). Assim, ele decide criar uma inovadora pele artificial, mais resistente que a pele humana. E para isso usa uma jovem como cobaia.(A moça em questão seria a mulher do trailer doido aí em cima)

2-Antonio Banderas interpreta Robert Ledgard, um cirurgião plástico cuja filha é brutalmente estuprada. Algumas versões dizem que a filha se suicida após o ataque, outras que ela fica tão traumatizada que tem que ser internada numa clínica psiquiátrica. Assim, ele decide encontrar o estuprador e se vingar.(Essa versão faz o trailer doido aí em cima parecer mais doido ainda)

Qual versão é a correta? Bem, é claro que eu não vou dizer, mas posso adiantar que, levando em conta o livro no qual o filme se inspirou, nenhuma das duas parece estar exatamente errada....

Agora chegamos nas inspirações francesas da qual falamos no título. "La piel que habito" é inspirado no romance "Mygale" do francês Thierry Jonquet. Quem leu o livro (que ainda não foi lançado no Brasil) provavelmente deve ter uma idéia do que está no filme do Almodóvar (considerando que o diretor deve ter feito mudanças na história original), então, exclusivamente para os leitores do meu blog (estou metida hoje, não?) aqui vão alguns elementos do livro para vocês tentarem adivinhar o que esperar do filme.

samedi, mai 28, 2011

Marc Lavoine: Rue des Acacias




Rue des Acacias


Elle n'était pas ma voisine, elle vivait dans les collines
Là-haut, rue des Aubépines.
Je n'étais pas fier-à-bras et chez nous, il faisait froid
En bas, rue des Acacias.

On se croisait de temps en temps alors, on marchait dans les champs
Au milieu des fleurs du printemps qui chassent au loin tous les tourments
Je l'aimais tant, je l'aimais tant, je l'aimais tant.

vendredi, mai 20, 2011

Tiji "Couleurs"

Le monde existait d'abord en noir et blanc.
Et ensuite il a été mis en couleurs.
Forêts, rivières, animaux, fleurs, tout y est passé.
Enfin presque...


Comercial Havaianas- "Lune de miel"

dimanche, mai 01, 2011

Le premier mai, fête du travail et fête du muguet




Si le premier mai est un jour férié en France, c'est officiellement pour fêter le travail. Le premier mai est également le jour du muguet, sans qu'il y ait de lien direct entre la fête des clochettes printanières et la journée des revendications ouvrières. Voici l'histoire du premier mai, ses traditions et ses origines.

La fête du muguet

Une fête de l'amour

On dit que la tradition de s'offrir du muguet remonterait à la Renaissance, époque où Charles IX aurait lancé cette mode après en avoir reçu un brin lors d'un premier mai... Ce qui est certain, c'est qu'au XVème siècle, le premier mai était une fête de l'amour, durant laquelle les princes et les seigneurs se rendaient en forêt pour couper des rameaux qui servaient ensuite à décorer les habitations. Ils fabriquaient également des couronnes de feuillages et de fleurs pour les porter et les offrir à la personne aimée. Une survivance de ces coutumes perdure encore dans de nombreuses régions : l'arbre de mai. Il s'agit d'un arbre coupé que l'on dépose devant une maison dans la nuit du 30 avril au 1er mai. Selon les régions, cet arbre sera offert à l'élu local pour l'honorer, ou aux jeunes filles célibataires, comme dans l'est de la France. Le fait de déposer l'arbre devant la maison des jeunes filles est l'occasion d'un certain chahut pour les jeunes gens qui y participent !

Le Mariage Royal

Le Parisien- Samedi, 30 Avril